terça-feira, 14 de novembro de 2017

Comunicação Multicanal: só mais uma moda?


Você já ouviu falar em comunicação multicanal? Sabe o que é?

Há cerca de 2 décadas, o comércio tinha duas formas de vender seus produtos, possuir um ponto físico e aguardar a procura do cliente ou oferecer seus itens de porta em porta. Atualmente, as formas de contato entre empresas e clientes são inúmeras. Redes sociais, e-mails, SMS, WhatsApp, e-commerce, entre outras. Neste cenário, começa a ser usado o termo multicanal, que se refere aos diversos meios de comunicação entre a empresa e seu público alvo.

Uma empresa é multicanal quando oferece diversas opções de canais de relacionamento e de comercialização dos seus produtos, por exemplo vendas pelo site (e-commerce), vendas por telefone (0800), vendas no ponto físico, atendimento a clientes nas redes sociais, contato por meio de blog, entre outros.

Os pequenos comerciantes não podem ignorar esta tendência de comunicação multicanal. Estar presente no dia-a-dia do público alvo, facilitar a vida das pessoas e oferecer as soluções para as suas necessidades são fatores chave para manter a competitividade.

É cada vez mais comum perceber que os consumidores não fazem distinção entre a compra no ponto físico ou a compra online, o importante é encontrar o item que soluciona a sua necessidade, ser bem atendido, e perceber valor agregado. Neste cenário, o comerciante que não estiver presente no meio virtual e acessível ao público de forma fácil (inclusive quando o ponto físico está fechado), diminui consideravelmente suas chances de venda.

Estamos no final de mais um ano e as perspectivas para 2018 são de resposta da nossa economia. Não seria hora de pensar em elaborar um plano que aproxime sua empresa do público alvo para que 2018 seja um ano de crescimento?

Esperamos ter colaborado. Até breve!

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Daniela Silocchi de Amorim

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Gatilhos Mentais: Como o marketing pode se utilizar da psicologia?




Você já ouviu falar em gatilhos mentais? Sabe como utilizá-los a seu favor para impulsionar as vendas da sua empresa? Mas a final, o que são realmente os gatilhos mentais?

Vamos lá, é cada vez mais comum ouvirmos falar de gatilhos mentais e como eles podem auxiliar as empresas a atingirem seus resultados junto ao público. Os gatilhos mentais podem ser definidos como estímulos que impulsionam as pessoas a determinadas ações, ou seja, são estímulos que nos conduzem a tomar ações ou decisões. Gatilhos mentais são desencadeados através de estímulos que nos chegam por algum dos nossos sentidos, visão, audição, olfato, paladar ou tato. No mundo empresarial, os mais utilizados são visão e audição, mas os demais também podem ser explorados.

Mas como uma empresa pode beneficiar-se dos gatilhos mentais? Compreender os gatilhos mentais é o primeiro passo para que o marketing digital possa desenvolver campanhas utilizando-se dos mesmos como estratégia de apoio. Todo o ser humano possui estímulos que o motivam, partindo deste princípio, tudo começa quando você realmente conhece os seus clientes e consegue identificar quais são os estímulos que os levam às ações. Estes estímulos identificados, serão os gatilhos mentais que você poderá aplicar como forma de apoio às estratégias de marketing digital.

É importante estar ciente de que os gatilhos mentais, ao serem ativados, abrem uma lacuna de memória que remete o indivíduo a alguma experiência, como se revivesse um momento. Os nossos sentidos são os responsáveis por ativar as memórias, que podem ser positivas ou negativas, por isso, a importância do cuidado na forma de abordar.

De forma prática, o marketing digital pode utilizar-se dos gatilhos mentais para auxiliar o impulsionamento das vendas. Para tal, abaixo estão os princípios responsáveis pela ativação dos mesmos:

  • Princípio da reciprocidade:
  • Este princípio refere-se a fornecer algo de valor para alguém sem pedir nada em troca. É o que acontece muito com os blogs, que fornecem conteúdo de interesse para o seu público e assim, acabam por fidelizar uma legião de seguidores. As empresas utilizam este princípio ao entregarem brindes.

  • Princípio da autoridade:
  • Este princípio refere-se a confiança que é conquistada a respeito de determinado assunto ou segmento, fazendo com que alguém ou alguma empresa torne-se referência em determinada questão. Por exemplo, quando falamos em tecnologia, logo associamos ao nome Apple.

     

  • Princípio da prova social:
  • Este princípio está ligado a preferência. Somos todos seres sociais e portanto, queremos aceitação. Tudo o que demonstre popularidade da sua empresa poderá desencadear estímulos de compra. Quando uma empresa divulga por exemplo os produtos mais vendidos, está aplicando este princípio.

     

  • Princípio da novidade:
  • O ser humano adora estar por dentro das novidades. Estimule a curiosidade acerca de lançamentos e novidades que sua empresa estará inserindo no mercado, isso estimula este princípio.

     

  • Princípio da escassez e da urgência:
  • Um dos mais importantes e mais explorados princípios responsáveis por desencadear os gatilhos mentais é este. Quando uma pessoa identifica algo como uma boa oportunidade e de repente pensa que poderá perde-la, imediatamente ativa o gatilho da escassez podendo então desencadear a ação da compra. Quando uma empresa divulga por exemplo “últimas unidades”, está procurando ativar este gatilho. 

Percebe-se que a psicologia pode (e muito!) colaborar com o marketing, pois somente compreendendo as pessoas é que será possível chegar até elas.

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Daniela Silocchi de Amorim

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Vídeo: Como diferenciar o meu e-commerce?

Com o crescente aumento das vendas online nos últimos anos, o surgimento de um grande número de lojas virtuais é uma realidade. Confira algumas dicas de como diferenciar o seu e-commerce e garantir sucesso de vendas no ambiente digital.



Isabella Silocchi de Amorim

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Era digital. Como era a vida antes mesmo?




Não é difícil perceber o quanto a tecnologia tem impactado a vida das pessoas. Basta sair à rua e olhar em volta, é quase impossível não ver pessoas falando ao celular, outras digitando para enviar um WhatsApp, outras ainda consultando o GPS para chegar até algum lugar e algumas ainda, realizando compras no seu smartphone. Alguém lembra como a vida era antes?

Vamos lá, cartas escritas a mão, longas distâncias separavam fisicamente pessoas (avião era somente para classe A), dificuldade de comunicação (telefone fixo era um luxo), fotografias reveladas e impressas (quase sempre com olhos vermelhos), muita demora para receber resultados de exames de saúde, que por sinal eram bastante limitados, máquina de escrever, mimeógrafo (provas com cheiro de álcool) e por aí vai. Eram tempos em que brincar na rua era liberado, jogar bola, andar de bicicleta e fazer perna de pau com latas velhas eram práticas comuns entre as crianças. Lazer, esta era a melhor parte, reunir amigos, ouvir música e conversar, SIM! Conversar olho no olho!

Então, será que a era digital é mocinha ou vilã na vida das pessoas?

A era digital veio para aproximar distâncias, facilitar a comunicação, oferecer melhor qualidade de vida com tecnologias que ajudam a cuidar da nossa saúde, hoje tudo parece mais fácil, mais rápido e isso é muito positivo. Porém, como nem tudo é perfeito, precisamos refletir sobre algumas questões:

A tecnologia pode aproximar pessoas e encurtar distâncias, por exemplo casais que estão em países diferentes podem diariamente se ver e conversar com a facilidade do Skype, porém, há casais dividindo a mesma casa e interagindo pelo WhatsApp.

A tecnologia nos permite contato com inúmeros “amigos” que não vemos há muitos anos, mas será que estamos dedicando um tempo para conversas olho no olho com os amigos e familiares em nossa volta?

A tecnologia na área da saúde evolui constantemente e colabora muito para a qualidade de vida, mas nós, estamos saindo um pouco da frente do computador ou do tablet para caminhar no parque, pular corda, tomar sol, viver.

A lição que podemos tirar desta reflexão é muito simples. A tecnologia pode ser mocinha e pode ser vilã, depende de cada um conseguir aproveitar os benefícios sem se tornar refém exclusivamente dela. Vamos desfrutar deste mundo de tecnologia aproveitando-a, mas sem deixar de vivenciar o que a vida tem de melhor, que muitas vezes está longe de passar pelo digital.

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Marketing. Minha empresa precisa mesmo?



Facilmente observamos que, no mundo dos negócios, os modismos aparecem e tomam conta do cenário por determinado tempo, até surgirem novas teorias que acabam por gerar novas práticas e novas modas. Sabe-se, também, que nem tudo vem para ficar, até mesmo porque vivemos em tempos de grandes transformações contínuas, fato que nos obriga a estar em contínua adaptação. Apesar da característica mutável de algumas práticas, outras são inquestionáveis e, mesmo se renovando, mantém a sua essência.

Vamos lá, imagine uma empresa que possui o melhor produto do mercado, mas as pessoas não sabem da sua existência, ou ainda, a empresa consegue ter um produto de alta qualidade com ótimo custo, porém, não é conhecida. Qual a chance de sucesso? Então, será que sua empresa precisa de marketing? 

Certamente que sim! Falo aqui do bom marketing, do marketing ético, responsável, que divulga e entrega o que pode realmente oferecer aos seus clientes. Infelizmente, algumas empresas, por adotarem práticas questionáveis de venda a qualquer custo, contribuíram com a distorção da palavra marketing. Percebe-se que no mercado, algumas pessoas tem associado marketing à coisas negativas, á práticas de venda forçada ou ainda falsas promessas. O marketing que sua empresa precisa está longe de ser este.

É sabido por todos que as tecnologias digitais vem revolucionando a forma com que as empresas chegam até seu público alvo. Nos dias atuais, com a grande expansão da internet e dos serviços mobile cada vez mais empresas marcam presença na internet para fixar marca e ofertar produtos. Por outro lado, a praticidade da compra sem sair de casa, tem conquistado cada vez mais adeptos que sempre que necessitam, correm para a internet para pesquisar e adquirir o que estão precisando. Neste cenário temos alguns pontos a considerar: 
  • A presença digital deixa de ser uma opção para as empresas e passa a ser uma necessidade; 
  • O fato de vender sem estar fisicamente junto ao cliente não diminui sua responsabilidade com relação a venda, muito pelo contrário, ele está confiando em você, por isso, faça sempre o melhor possível; 
  • Nunca, mas nunca mesmo, prometa o que não poderá cumprir. Não há marketing que se sustente se você não tem práticas sérias e éticas; 
  • Invista em divulgação, faça o bom marketing, seja persistente, trabalhe sério e de forma responsável, certamente, os frutos logo estarão surgindo. 

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Daniela Silocchi de Amorim

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Surpreender o Cliente. Você já Ouviu Falar no Fator WOW?



Atualmente há algumas expressões que estão ganhando força no mundo dos negócios, o fator WOW é uma delas. E você, já sabe o que é o fator WOW e como ele pode ajudar no dia-a-dia da sua empresa?

Vamos lá, de maneira simples, tentarei explicar. Você já passou por uma situação de compra em que suas expectativas foram superadas? O fator WOW é basicamente isso, é gerar no cliente uma expressão de surpresa como “UAU! É melhor do que eu esperava”.

Mas isso é possível? Certamente que sim, mas ninguém disse que isso é fácil!

Após compreendermos, o que é o fator WOW, o próximo passo passa a ser identificar o que fazer para superar as expectativas dos clientes. É fundamental ter ciência de que tudo evolui muito rápido e, portanto, algo que ontem pode ter sido gerador de fator WOW, amanhã poderá não ser mais sequer um diferencial. A evolução contínua passa então a ser uma necessidade para quem busca estar à frente dos concorrentes superando as expectativas dos seus clientes.

Seguem algumas dicas para conquistar o tão almejado encantamento:


  • Conheça seu cliente e entenda o que ele espera receber, esse é o primeiro passo para conseguir superar as suas expectativas; 
  • Diferencie-se pelo atendimento, produtos e valores são muito parecidos entre as empresas, o atendimento poderá ser o fator que fará seu cliente repetir com você a experiência da compra; 
  • Mantenha-se próximo, esteja presente no dia-a-dia dos clientes através de redes sociais, e-mail, contato telefônico, enfim, estabeleça um vínculo e seja prestativo sempre. O cliente não quer ser bombardeado com ofertas de produtos, ele quer também receber informações que serão úteis para o seu dia, desta forma, você estará contribuindo com seu público alvo e sendo lembrado por ele; 
  • Esteja atento ao mercado, atualize-se sempre e saiba que a receita que funciona hoje, não é garantia do sucesso de amanhã; 
  • Por fim, mas não menos importante, seja criativo, inove sempre! 


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Daniela Silocchi de Amorim

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Vídeo: Como Destacar a sua Empresa no Facebook

Quer saber como impulsionar o alcance de suas publicações no Facebook sem precisar pagar por isso? Confira as dicas que reunimos para você no vídeo abaixo!


   

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Quem não é visto, não é lembrado!



A máxima de que quem não é visto não é lembrado é antiga, porém totalmente atual. Em tempos de internet das coisas e compras por smartphone, ser lembrado pelos clientes é essencial para não ser substituído pelos concorrentes.

Mas como posso atuar de forma a fazer minha empresa ser lembrada? 

Pense um pouco, se você tem uma necessidade específica, de quem você lembra? Normalmente, a resposta para esta pergunta é: das empresas com qual eu já tenho uma experiência positiva, um vínculo. Ah, então preciso que minha empresa estabeleça vínculo com as pessoas, mas como se estabelece vínculos pela internet? Vamos falar sobre isso seguindo algumas etapas.

Primeiro, é importante conhecer a diferença entre audiência e tráfego na sua página, seja ela um site, um e-commerce ou um blog. Samuel Pereira, especialista em conquista de audiência digital orgânica, explica que audiência é o público que você fidelizou, tráfego é circulação pela sua página, ou seja, você precisa gerar tráfego, para com um bom trabalho conquistar a audiência. Antes de mais nada, é importante entender que quem movimenta os negócios, quem gera tráfego e quem se torna audiência, são pessoas. Sim, pessoas! Gente que quer ser tratada como gente e não como um número, a partir do momento que entendemos isso, boa parte do caminho já foi percorrida.

Outra etapa fundamental para quem quer gerar audiência, é conhecer o seu público profundamente. No momento que você conhece bem o seu público alvo, entende o que eles precisam e pode gerar conteúdo para sanar essas necessidades. Lembre-se, para atingir pessoas, o aspecto humano da relação é essencial, mesmo pela internet. Tornar a relação o mais pessoal possível é importante para o estabelecimento de vínculos de confiança. Pessoas querem atenção! Dê a elas o que elas querem ao invés de tentar ser uma máquina de vendas. Se você construir os vínculos de maneira séria e ética, as vendas naturalmente começarão a acontecer, como consequência do seu trabalho.

Por fim, seja sempre claro, transparente, prestativo e se coloque no lugar do outro para compreender como gostaria de ser tratado. Quem planta, colhe!

Até breve!

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Daniela Silocchi de Amorim

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Vídeo: Comportamento do Consumidor Atual

No geral, a vida das pessoas é bastante corrida, o tempo livre é cada vez menor, em cidades pequenas são poucas as opções de escolha, já em cidades maiores, o tempo de deslocamento, a dificuldade de estacionamento e a violência são motivos suficientes para que a decisão de pesquisar e comprar pela internet seja cada vez mais uma tendência.

Veja mais no vídeo:

   

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Pokémon Go: A polêmica do momento



Febre mundial, o jogo lançado recentemente no Brasil, é amado por uns e odiado por outros. O fato é que apesar de ter cativado os jovens, o jogo tem sido alvo de inúmeras críticas severas. Mas, e você, já tentou entender o jogo e observar o comportamento dos adeptos para formar sua opinião?

Destaco que não gosto de jogos digitais, sou da geração que sempre preferiu um encontro entre amigos para ouvir música e conversar, mas isso não me permite ficar indiferente aos gostos e preferências de grande parte das crianças e jovens de hoje. Neste cenário, resolvi tentar entender o jogo para identificar tanto os motivos da fixação dos jovens, quanto os motivos das duras críticas que tenho observado por parte de algumas pessoas. Reforço que os aspectos que estarei citando abaixo não são verdades absolutas, até porque, se tem algo que a vida me ensinou é que não existem verdades absolutas, o que existem são pontos de vista divergentes baseados em realidades e cenários diferentes.

A realidade que tenho acompanhado é a de uma cidade com menos jovens fechados em seus quartos, onde passavam a maior parte do tempo somente com seus computadores e vídeo games. Vejo uma cidade onde parques e praças, que eram predominantemente ocupados por pessoas de mais idade, agora estão floridos com jovens interagindo e conversando uns com os outros sobre suas táticas e os pokémons encontrados e, por incrível que pareça, caminhando... sim, caminhando, tomando sol e tirando o mofo!

Ah mas isso gera inúmeros riscos! Sim, gera, e isso é fato, porém levantar de manhã e sair da cama também gera inúmeros riscos. Pegar uma estrada e viajar com a família é muito perigoso, mas sempre que possível, eu e minha família viajamos. Ouvir o seu celular tocar enquanto você dirige, pode provocar uma distração e causar um acidente, mas conheço poucas pessoas que desligam o celular ao entrar no carro.

O ponto é que viver é um risco, diariamente inúmeras pessoas morrem pela violência nas cidades, pelo trânsito, por brigas passionais, por doenças causadas pela má alimentação, mas hoje o que está em alta é associar acidentes ao novo jogo lançado e que está sob os holofotes, gerando audiência. Estou muito longe de amar Pokémon Go, mas também não consegui odiar, e olha que achei que isso aconteceria bem fácil. Minha opinião é que tudo moderadamente pode ser positivo. O excesso e a inconsequência podem gerar problemas sérios, mas isso não acontece somente com o jogo, conforme citado acima.

Portanto, cabe a cada um de nós selecionar o que aproveitar ou não das novidades e conversar com os jovens para orientá-los sobre possíveis riscos, sabendo que estas inovações estarão continuamente entrando no dia-a-dia e isso é inevitável.

Até breve! Se gostou compartilhe com sua rede!

Daniela Silocchi de Amorim